O pouco
que tenho assistido na telinha, sempre alguma coisa fica e agrada: o bom filme
inédito( palavra que ninguém sabe o que seja), um bom programa de informações
ou entrevistas de pessoas importantes, jornais que falam a verdades sobre os
acontecimentos(o que está se tornando muito raro devido a blindagem feita pelo
governo) jornais informativos principalmente, aqueles que denunciam as
maracutaias governamentais e, raramente, opiniões sobre coisas estranhas sobre
acontecimentos misteriosamente políticos. Virou moda na telinha a presença de pessoas que fazem malfeitos, e negam de cara limpa, mesmo que a imprensa
prove ao contrário. Aí, você descobre, que se tratava de um tremendo cara de
pau.Um ficha suja que não merece mais, ser votado.As varreduras nos ministérios,
lavou a alma do povo, embora em alguns deles, as nuvens da incerteza, de ter
feito o certo, persistem. Os jogos de futebol e as lutas de boxe(eu falei boxe-esporte
olímpico) parece que representam as maiores audiências porque envolve paixão. O
resto, que me perdoem os titulares do espaço,alugado ou contratado, só têm
programa medíocre que necessitam ter espectadores para aplaudir e é rodado nos
estudios das estações.Verdadeiro enlatados! Existe uma infinidade deles.Mas nem
tudo está perdido. Dentro desse mundão da mídia televisada, surgiu um programa:
ESQUENTA, aos domingos, dirigido por Regina Case, de família tradicionalmente
ligada ao rádio e à TV, cujo cronograma de apresentação, se fixa no fato de que
as diferenças humanas existem e devem ser respeitadas em todos os níveis da
atividade humana. O programa se transforma num caldeirão de raças, credos e
preferências e que todas essas diferenças podem ser vistas em toda sua
plenitude.Aí, a alegria toma conta, todos dançam, todos cantam e todos se
misturam e a tela se enche de coisas diferenciadas e não diferentes,Num país
que teima oficialmente, desenterrar o
baú da história, culpando todos
brasileiros brancos pelo racismo, é bom que tenha um programa desse quilate que
reúne todas classes sociais, de todos os
lugares de todas as raças e credos e cores,dançando e cantando a nossa música
popular. Só mesmo a Regina Casé para reger aquele mundo de diferenças que se
mesclam e se perdem no meio da multidão(obrigado Zé Ketty)
Assisti a alguns destes programas e gostei. Porém,em uma certa edição do programa percebi algo que não me agradou; o tema era as Nem(garotas moradoras de comunidades-favelas) que possuem um modo de se vestir, de falar e dançar característico.A apresentadora incentivava as meninas a mostrarem como se comportavam, achei as atitudes de baixo nível. Penso que devemos estar misturados e sobretudo respeitarmos as diversidades do nosso povo. Porém o meu olhar foi crítico pois acho que a "aldeia global" quer passar a ideia que é povão e que viver em favelas é bom. Bem essa foi a minha leitura do dito programa. Espero estar errada. Até a próxima.
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