Entregue sua arma e assista uma partida de futebol!!!

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


                                        O pouco que tenho assistido na telinha, sempre alguma coisa fica e agrada: o bom filme inédito( palavra que ninguém sabe o que seja), um bom programa de informações ou entrevistas de pessoas importantes, jornais que falam a verdades sobre os acontecimentos(o que está se tornando muito raro devido a blindagem feita pelo governo) jornais informativos principalmente, aqueles que denunciam as maracutaias governamentais e, raramente, opiniões sobre coisas estranhas sobre acontecimentos misteriosamente políticos. Virou moda na telinha a presença de  pessoas que fazem malfeitos,  e negam de cara limpa, mesmo que a imprensa prove ao contrário. Aí, você descobre, que se tratava de um tremendo cara de pau.Um ficha suja que não merece mais, ser votado.As varreduras nos ministérios, lavou a alma do povo, embora em alguns deles, as nuvens da incerteza, de ter feito o certo, persistem. Os jogos de futebol e as lutas de boxe(eu falei boxe-esporte olímpico) parece que representam as maiores audiências porque envolve paixão. O resto, que me perdoem os titulares do espaço,alugado ou contratado, só têm programa medíocre que necessitam ter espectadores para aplaudir e é rodado nos estudios das estações.Verdadeiro enlatados! Existe uma infinidade deles.Mas nem tudo está perdido. Dentro desse mundão da mídia televisada, surgiu um programa: ESQUENTA, aos domingos, dirigido por Regina Case, de família tradicionalmente ligada ao rádio e à TV, cujo cronograma de apresentação, se fixa no fato de que as diferenças humanas existem e devem ser respeitadas em todos os níveis da atividade humana. O programa se transforma num caldeirão de raças, credos e preferências e que todas essas diferenças podem ser vistas em toda sua plenitude.Aí, a alegria toma conta, todos dançam, todos cantam e todos se misturam e a tela se enche de coisas diferenciadas e não diferentes,Num país que teima oficialmente, desenterrar  o baú da história,  culpando todos brasileiros brancos pelo racismo, é bom que tenha um programa desse quilate que reúne  todas classes sociais, de todos os lugares de todas as raças e credos e cores,dançando e cantando a nossa música popular. Só mesmo a Regina Casé para reger aquele mundo de diferenças que se mesclam e se perdem no meio da multidão(obrigado Zé Ketty)

Um comentário:

  1. Assisti a alguns destes programas e gostei. Porém,em uma certa edição do programa percebi algo que não me agradou; o tema era as Nem(garotas moradoras de comunidades-favelas) que possuem um modo de se vestir, de falar e dançar característico.A apresentadora incentivava as meninas a mostrarem como se comportavam, achei as atitudes de baixo nível. Penso que devemos estar misturados e sobretudo respeitarmos as diversidades do nosso povo. Porém o meu olhar foi crítico pois acho que a "aldeia global" quer passar a ideia que é povão e que viver em favelas é bom. Bem essa foi a minha leitura do dito programa. Espero estar errada. Até a próxima.

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