O grito
O quadro impressiona. Só falta o
som.E deixa você imaginar: apelo, angústia, solidão, ódio, medo? Seja o que for
me chega mais a um protesto. Alguém inconformado de tanto ouvir ou ver coisas
erradas. Talvez uma cena de um crime ou maldade ou um espanto ao ver ou
presenciar fatos abomináveis,-daí o grito. O que enche a tela é justamente o
que ela não mostra!Edvard Munch pintou em 1893.
O grito nunca foi abolido (não
sei se em Cuba ou Correia do Norte, ele existe) Aqui, tivemos o grito do
Ipiranga! das arquibancadas dos estádios até ontem e, recentemente, os gritos contra a
liberdade! Este é sui generis pois foi contratado!Aliás foi diplomaticamente
planejado pelo nosso Itamaraty, mancomunado com a Embaixada cubana!A casa de
Rio Branco virou latrina da América do Sul. Que pena! Os ossos do Barão devem
ter revirado no túmulo. De patriota, o cara não tem nada! É um boi de piranha.
Foram gritos sem eco, não espantou a
blogueira em busca de liberdade, e não convenceu ninguém.Mais uma vergonha que
essa gentalha nos fez passar.
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