Biografias
Já transformaram Lampião em herói
regional. Matava sorrindo e depois virou pai dos pobres do Sertão. O filme
sobre o famigerado já mostra que, gostava de perfume francês e Wisky escocês.
Querer fantasiar a vida de um peste, deturpa pois, bonzinho só Jesus Cristo, ou
Stalin para alguns e Hitler para outros. A biografia para ser séria, o biografo
deve escrevê-la longe do biografado. Se possível telefonar para esclarecer
duvidas. Nada de chaleirismo. O lado podre de cada um sempre aparece nos jornais
e quando passa em branco, aos poucos, no decorrer dos anos, se descobre
todos “malfeitos”. Ninguém é impune. O
certo de relatar as boas a más fases da vida é mais que normal. Quem nunca
teve?Segredo de vida ninguém têm e se existe, foi praticado no banheiro
sozinho. É como um vácuo- só ele viu e não falou-. Não entendo gente “vip”com têm tanto medo de
ser revelado. Só se deve grana e não quer ou não pode pagar! Mistério e
suspense deixem para os filmes. Biografia regida pelo biografado fica igual a
nossa história. Só agora é que tomamos conhecimento de como eram as coisas de
antigamente, escondida séculos com vergonha de quê afinal? Lendo Laudelino,
Nelson Mota e João Barone, Lobão, e
outros é que conhecemos fatos reais que nos foi tirados durante séculos. Biografias
gratificantes como a de Noel Rosa, Orlando Silva, Dolores Duram, Getúlio
Vargas, Garrincha, Chateaubriand, Custódio Mesquita, e outros tantos mais, só engrandecem
a nossa cultura e a nossa gente. Para com essa de censura! Isso é frankilismo
tupiniquim vermelho fedorento tipo esquerda caviar.
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