Não sei se o IPEA errou nas
contas sobre a pergunta sobre as mulheres quase despidas. Se o público alvo da
pergunta foi das áreas nordestinas,
existe um fundo de verdade envolvendo até fatores psicológicos, a figura da mãe
e da esposa submissa ao extremo.São conceituações enraizadas que quase viram
folclore e padronizam os tipos. A prostituição desenfreada contribui para o
descalabro. Já se a pesquisa se fixou nas periferias dos centros urbanos em
redutos evangélicos, também é possível elevados índices dada os seguimentos
rígidos da Bíblia e o comportamento rigoroso diante ao Senhor com a pílula
dourada por pastores ou bispos inflamantes ao pregaram o evangelho. Finalmente
um dado estatístico também contribuiu para o descalabro: a maioria das mulheres
sobre os homens. Resta ainda a concorrência no mercado de trabalho e na própria
versatilidade feminina. Mesmo com a Lei Maria da Penha branda como todas as
Leis em vez de punir com rigor, quase nada faz com o agente agressor. De
qualquer forma descobrimos que as políticas públicas em relação à mulher ainda
estão débeis e, até agora quase nada contribuiu para a emancipação feminina
mesmo com as titulações do bolsa família de da minha casa minha vida que fato que gerou
um descompasso entre o casal, a pergunta do IPEA também foi agressiva e mal
intencionada ao confundir sensualidade com prevaricação. Ao saber que as de shortinho merecem ser degradadas era necessário saber se era por causa da roupa ou da cabeça. A seriedade da pesquisa apenas provocou um crescimento assustador nas confecções do tão perseguido shortinho. Quam ganhou foi a indústria de confecções e o IPEA nos ficou devendo mais seriedade quando enfocar o sexo feminino.
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