Entregue sua arma e assista uma partida de futebol!!!

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terça-feira, 1 de abril de 2014

O eleitor deveria ter o direito de escolher como votar. Afinal o voto é exclusividade sua. Existem duas maneiras de votar: através de cédulas e na maquininha. Dessa forma satisfazia aqueles votantes que desconfiam da segurança virtual das urnas eletrônicas e aqueles, mais tradicionais que gostam de depositar nas urnas as cédulas preenchidas por ele. Pelo que se tem notícia, é bem possível que falte luz nessa época portanto, as duas opções são válidas e não alteram qualquer que seja os resultados. Não que seja democrático acionar os botões das eletrônicas, é até moderninho, ninguém é capaz de fazer como nós! Só que, os movimentos necessários para votar com as cédulas, têm um maior número de ações do momento que se deposita a cédula na urna até ela ser aberta para contagem. São movimentos visíveis e os olhares são democráticos até a raiz do cabelo. Olhar e ver ser aberta uma urna de lona e despejar em cima de uma mesa os votos de pessoas que compareceram no ato cívico é diferente de olhar uma seqüência de números impressos numa fita que,  com o tempo, apagam. È de estranhar que apenas no Brasil são utilizadas as urnas eletrônicas, com tanto hacker à solta e a facilidade que existe em manipular seus conteúdos! Gostaria imenso que o TSE considerasse eleição como um ato cívico completo e portanto demorado mas liso e imune de qualquer tipo de ingrediente que pudesse  infecciona-lo.
Eviada ao cartas@oglobo não foi publicada

OBS: Por temer fraude homérica nas próximas eleições venho constantemente abrindo os olhos furados dos dirigentes sobre essas urnas pra lá de obsoletas virtualmente falando. Já comprovaram suas falhas. São vovozinhas virtuais.Deveriam já estar num asilo. O ritual de votação que existia no nosso país era muito mais verdadeiro e cívico.




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