O eleitor deveria ter o direito
de escolher como votar. Afinal o voto é exclusividade sua. Existem duas
maneiras de votar: através de cédulas e na maquininha. Dessa forma satisfazia
aqueles votantes que desconfiam da segurança virtual das urnas eletrônicas e
aqueles, mais tradicionais que gostam de depositar nas urnas as cédulas
preenchidas por ele. Pelo que se tem notícia, é bem possível que falte luz
nessa época portanto, as duas opções são válidas e não alteram qualquer que
seja os resultados. Não que seja democrático acionar os botões das eletrônicas,
é até moderninho, ninguém é capaz de fazer como nós! Só que, os movimentos
necessários para votar com as cédulas, têm um maior número de ações do momento
que se deposita a cédula na urna até ela ser aberta para contagem. São
movimentos visíveis e os olhares são democráticos até a raiz do cabelo. Olhar e
ver ser aberta uma urna de lona e despejar em cima de uma mesa os votos de
pessoas que compareceram no ato cívico é diferente de olhar uma seqüência de
números impressos numa fita que, com o
tempo, apagam. È de estranhar que apenas no Brasil são utilizadas as urnas
eletrônicas, com tanto hacker à solta e a facilidade que existe em manipular
seus conteúdos! Gostaria imenso que o TSE considerasse eleição como um ato
cívico completo e portanto demorado mas liso e imune de qualquer tipo de
ingrediente que pudesse infecciona-lo.
Eviada ao cartas@oglobo não foi
publicada
OBS: Por temer fraude homérica
nas próximas eleições venho constantemente abrindo os olhos furados dos
dirigentes sobre essas urnas pra lá de obsoletas virtualmente falando. Já
comprovaram suas falhas. São vovozinhas virtuais.Deveriam já estar num asilo. O
ritual de votação que existia no nosso país era muito mais verdadeiro e cívico.
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