Um Ensino médio e uma
política melhor!
Primeiro
é preciso vontade política e querer mesmo resolver o problema do ensino no
Brasil. Qualquer coisa diferente,representa a filosofia partidária em voga:
nada de desenvolver mentes pensantes,nem botar caraminholas na cabeça dos
jovens estudantes brasileiros.A idéia de acabar com os cursos vestibulares
deveria ter vindo acoplada a uma reforma estrutural do ensino médio, que, até
hoje, nenhum educador gabaritado (vivencia em sala de aula ou conhecedor da
pedagogia e da formação de nossos
jovens) ousou indicar, o melhor caminho. O primeiro grande erro foi retirar
do Ministério da Educação, o educador que lá estava, preterido, por pessoas
que, de educação nada sabiam. Continuam, sem saber nada! nem querendo mudar absolutamente nada, no ensino médio obsoleto e ultrapassado, mas que permanecerá ainda por muito tempo!A idéia do ENEM atropelou os cursos vestibulares mas nada
acrescentou de novidade. A qualidade do conteúdo de suas provas demonstraram
que os organizadores, também, nada sabem, a não ser proselitismo político de
2ª, categoria, tentando quase “encartilhar “ a mente dos candidatos. Nem vou
falar aqui dos escândalos acontecidos em todas as edições! Acrescente a isto a
idéia transfigurada das cotas raciais, que nossos políticos, resolveram aprovar,
convencidos, de que poderão angariar
votos, das populações beneficiadas. Mas como tudo é possível mudar,e as mudanças, giram paralelamente ao giro do Planeta. Um dia, quem sabe, num Equinócio
qualquer,tudo pode acontecer! Se entenderem que o partido só crescerá com uma
elite intelectual com mentes e corações abertos e capazes de fazer as mudanças
necessárias sem a necessidade de placas e anúncios na TV; sem ferir o alheio,
sem inventar inimigos, sem ódios históricos, verdadeiramente democrático e, repudiando os modelos, ao nosso redor,
tentando nos contaminar. Mas, o mais necessário e urgente é mudar ,o quadro e as
caras dos personagens, que desfilam pela mídia, e entram pelas nossas salas, livres ainda,
debochando da nossa pobreza de não poder fazer nada!
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